Museu Britânico
A visita ao Museu Britânico sempre envolve a
aprendizagem. O acervo permanentemente exposto e as salas temáticas, nesta
visita de abril de 2026, são aqui abordados com o olhar linguístico e
respectiva curiosidade pelas letras, escritas e literatura. Claro que a
Egiptologia e outros detalhes não podem ser ignorados em qualquer visita a esse
importante centro de cultura.
A escrita cuneiforme domina muitas das inscrições em
artefatos da Antiguidade guardados no acervo do museu, onde o projeto de
organização da biblioteca de Ashurbanipal é de importância.
No aspecto da escrita, a Pedra de Rosetta é item
inevitável e, portanto, também aqui presente.
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| Item da Egiptologia |
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| Detalhe do acervo |
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| Esfinge alada, assim como no Palácio da Babilônia, serve de coluna |
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| Detalhe do acervo |
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| Outro item do acervo com inscrições em cuneiforme |
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| Mais um item da Egiptologia |
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| Acervo vinculado à Egiptologia |
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| A Rosetta, cânone do estudo de línguas e traduções |
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| Cordeiro egípcio mumificado |
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| Itens de Egiptologia em madeira |
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| Detalhe do acervo de Egiptologia |
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Os dois fragmentos fazem referência ao Etemenanki –
o edifício de sete andares construído por Nebuchadnezzar II para que pudesse se
aproximar de Marduk, deus da Babilônia. Etemenanki (c. 400-400 a. C.), o
monumental Ziggurat (Templo Torre), inspirou a descrição da Torre de Babel no
livro do Genesis. |
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George Smith. O primeiro leitor da história do dilúvio
babilônico. |
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| Tabuleta do Dilúvio. A Tabuleta XI do Épico de Gilgamesh (século VII
a.C.) joga luz à história semelhante da Arca de Noé, do livro dos Genesis.
Quando George Smith – um assistente no Museu Britânico – decifrou a inscrição,
em 1872, ele saltou e correu o salão em êxtase, despindo-se. A inscrição
descreve como deuses enviam um dilúvio para destruir a Humanidade. Ut-napishtim
foi avisado em segredo pelo deus Ea para construir um barco e assegurar a
sobrevivência de humanos e animais. Pássaros foram liberados antes de o barco
atracar com segurança no Monte Nitsir, ao norte da Assíria. |
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Projeto Biblioteca Ashurbanipal. A coleção de
tabuletas de argila de Ashurbanipal agora está disponível para a nova geração
de leitores, veja: htts://oracc.org/asbp. O Museu Britânico está catalogando e
estudando os 30.000 volumes da biblioteca, graças a colaboração de tradutores
de todo o mundo e já estão disponíveis milhares de textos. As tabuletas de
argila estão novamente reunidas e a forma como essa biblioteca funcionava em
seu tempo está em processo de investigação. |
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Campanhas assírias no Egito. O painel
mostra o exército assírio atacando a cidade egípcia de Menfis e comemora a
vitória do Rei Ashurbanipal sobre o Rei Taharka em 667 a.C. No alto, os
assírios assaltam a fortaleza e ateam fogo. Os saldados núbios – identificados
por pluma na cabeça – seguem prisioneiros. Os prisioneiros egípcios, por sua
vez, aparecem num grupo com duas crianças sobre o asno. Abaixo, o rio Nilo com
peixes e caranguejos. |
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A ilustração refere-se à decoração interna do
Palácio do Rei Ashurbanipal em Nineveh, onde o par de esfinges aladas – que
estão também presentes no Museu Britânico – servem, da mesma forma, de coluna
ao edifício. |
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Tabuleta do deus Sol. A inscrição
conta como a antiga estátua do deus Sol Shamash do Templo Sippar foi destruída
e seus ritos interrompidos. O Rei Nabuapla-iddina (c. 860-850 a.C.) patrocinou
uma nova estátua em ouro e lápis lazúli. A ilustração dessa inscrição celebra a
instalação triunfal da nova estátua. Shamash aparece sentado, segurando uma
corda e o anel da justiça. Em frente dele o símbolo do Sol no altar. Recolhido
no sul do Iraque. |
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A inscrição em calço de 15 Kg no formato de pato
esclarece que é do Palácio de Eriba-Marduk, Rei da Babilônia (c. 770 a.C.).
Entretanto, foi encontrado em Nimrud no norte do Iraque, provavelmente levado
da Babilônia para a capital da Assíria. |
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| Ascenção da Assíria. O prisma octogonal registra as conquistas do Rei
Tiglath-pileser (1114-1079 a.C.) na Síria e costa mediterrânea. Um registro eterno
para ser lido por deuses. Item colhido em Ashur. |
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A Casa do Homem Próspero. A inscrição
comemora a construção da casa próxima do templo do deus Marduk, em Ashur,
Babilônia, no atual Iraque. Foi escrita por Marduk-nadin-ahhe, escriba do Rei
Ashur-uballit I (1363 – 1328 a.C.). |
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Santuário Maravilhoso – O texto trata
da reconstrução do Templo da deusa Dinitu, pelo Rei Tukulti Ninurta I
(1243-1207 b. C.). Ao final, como de costume, consta o nome de quem escreveu:
Ubrum. Tabuleta em argila recolhida em Ashur, Babilônia, região no atual Iraque. |
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