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Mostrando postagens de junho, 2024

As Quatro Impossibilidade de Kafka

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As Quatro Impossibilidades de Kafka por Ana Rocha  (1) Em 3, 17 e 24 de junho de 2024, o Âmbito Cultural, do El Corte Inglês, em Lisboa, promoveu o curso As Quatro Impossibilidade de Kafka , ministrado por Ana Rocha. Ementa publicada na Magazine Cultural nº20, de abril/julho 2024: " Kafka morreu há 100 anos, a 3 de junho de 1924, a um mês do seu 41º aniversário. Escreveu a sua obra em língua alemã e, numa carta a Max Brod, expôs este quarteto de impossibilidades: a impossibilidade de não escrever; a impossibilidade de escrever em alemão; a impossibilidade de escrever de outro modo e, por fim, a impossibilidade de escrever. Ainda que Kafka fosse um génio, nunca se deixou afetar pela "mania do génio" que grassava no meio intelectual do império austro-húngaro, conforme expôs Hannah Arendt. Nunca viu a sua obra receber o acolhimento que merecia, mas hoje homenageamo-lo celebramo-lo, com o reconhecimento devido". Do curso, apresentamos nossos apontamentos: I - Felice Bau...

Dias de abril: um caminho, múltiplas vozes

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Dias de abril: um caminho, múltiplas vozes Na Torre do Tombo, em junho de 2024, uma exposição testemunha os dias de abril de 1974. A exposição apresenta uma série de fotografias que permitem observar o reflexo desses dias de abril fora de Lisboa, em especial, em Santarém, Leiria e outras regiões mais distantes como Viena do Castelo. Estão também expostos posters, revistas e jornais da época como as tiragens do jornal O Século do dia 25 de abril de 1974. Campanha de dinamização do M.F.A. - Os presentes das Forças Armadas - Natal 1974 Cartaz de 10 anos da Revolução dos Cravos

Museu de Bellas Artes de Castelló

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Museu de Bellas Artes de Castelló O Museu de Bellas Artes de Castelló, na região valenciana espanhola, abriga um importante acervo de arte que conta a história da arte desde a pré-história com as pinturas no interior de cavernas, a arte rupestre até a pintura contemporânea passando pelo renascimento, realismo e expressionismo. No subsolo do museu está o acervo pré-histórico, antigo e popular. Ali são contados oito milênios de história pintando paredes. A respeito o Museu abriga reproduções das pinturas de Valltorta e, no geral, grande parte da arte, dita, de Barranco ou levantina, que se desenvolveram por um longo período desde o oitavo milênio até a romanização da região valenciana. Há ainda uma grande coleção de cerâmicas artísticas gregas e romanas, além dos elementos do cotidiano popular encontrado na região. Reprodução de caverna no barranco de Valltorta Cerâmica da Antiguidade Cerâmica Objetos do cotidiano No terceiro andar, a pinacoteca do Museu traz excelentes exemplos da a...

Eugenio Recuenco

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EUGENIO RECUENCO La Plenitud a l’origen 365º - A exposição temporária de fotografias de Eugenio Recuenco, no Museu de Bellas Artes de Castelló, na Espanha, em 2024, constituiu na exibição de 365 fotografias como num calendário anual. O cenário de cada fotografia era tomada em um único cubículo, em que o artista criou minuciosamente detalhes próprios com sérios recados morais para cada uma das fotografias. A criação levou mais de dois anos na sua concepção e resultou em um trabalho criativo e curioso. O cubículo alto de cerca de 9 m 2 em cuja parede esquerda havia uma pequena janela a receber a luz do dia ou da noite, conforme o momento da fotografia. Eugenio Recuenco é um fotógrafo madrilenho nascido em 1968 que adota nos seus trabalhos um sentido cinematográfico e pictórico.

1984 de George Orwell

  1984 de George Orwell, por Raquel Vaz Pinto (1) Em 5 de junho de 2024, o Âmbito Cultural, do El Corte Inglês, em Lisboa promoveu, na segunda parte do Ciclo Conhecer os Clássicos, a conferência proferida por Raquel Vaz Pinto que tratou da obra 1984, de George Orwell. Ementa publicada na Magazine Cultural nº20, de abril/julho 2024: " Porque é um clássico, um clássico? Porque continua a ser lido, seja 10, 100 ou 1000 anos depois de ter sido escrito? Um clássico possui certas características que o tornam universal, transversal, atual; interpela o leitor, provoca-o, fá-lo questionar-se, conforta-o. Um clássico é um mundo num livro". Depois da introdução que assinou para a nova edição da coleção Penguin Clássicos, Raquel Vaz Pinto lança novas luzes sobre 1984, de George Orwell. Da conferência, apresentamos nossos apontamentos: Os objetivos da conferencista era discorrer sobre três questões: o que é um clássico? Por que a vida de George Orwell é especial? Faz sentido ler 1984 em 2...