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Novo livro de Fred da Silva Filho

Tive a oportunidade de ler o trabalho escrito por Fred da Silva Filho, numa versão em que o título ainda não havia sido escolhido e, dentre as opções elencadas pelo autor, passei a tratar a obra por: O Esporte Ensina: o livro de cabeceira de quem ama o esporte . Fred, além de se ter revelado como bom escritor, é um esportista e reconhecido professor de Educação Física. Este seu trabalho é bastante completo no que se propõe. Um livro de leitura fácil, agradável e cativante e, de tão completo, é difícil de classificar o seu gênero literário. Alguns podem de imediato querer classificar a obra como uma autobiografia, outros como ensaio científico, filosófico, pedagógico, uma enciclopédia do esporte, uma narrativa de viagem, um guia de aconselhamento ou uma coletânea de reportagens esportivas, coletânea de crônicas ou contos, um romance, talvez, uma declaração de amor ao esporte ou até uma declaração de amor a sua esposa. Por que não! A obra é sem dúvida uma ode ao Esporte, uma epopeia es...

Venenosas, nocivas e suspeitas

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É a exposição apresentada no Centro Cultural da FIESP, em São Paulo, em fevereiro de 2025. Com uma abordagem inusitada, a artista, Giselle Beiguelman, expõe plantas que seriam do mal (ou do bem, pois fazem bem). A maçã teria sido a primeira das vilãs.

O Terceiro Império Romano

  O terceiro Império Romano ou A evolução da Pax Romana ou A evolução da Ordem Mundial                 A afirmação de Ilber Ortayli, trazida por Mert (@merthimself) no X em 12 de outubro de 2024, fez-me pensar uma visão da Ordem Mundial. Se, no passado, já havíamos descrito uma evolução da Ordem Mundial a partir da Pax Romana , ensinada por Guido Soares, hoje Ortayli abre nova abordagem no meu pensar.             Mert nos trouxe que: “Ilber Ortayli notou que o Império Otomano só pode ser entendido como um “Terceiro Império Romano”, onde a inclusão no Estado e na Sociedade era determinada por adotar a ideologia do Estado ao invés da origem étnica” (tradução nossa) [1] .             Pensando, então, em três fases do Império Romano podemos imaginar aquele primeiro Império que se estendeu por todo o ...

Os Armênios e Jerusalém

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Os Armênios e Jerusalém Em 2024, a Fundação Calouste Gulbenkian apresenta Os armênios e Jerusalém” para tratar da primeira e mais antiga diáspora armênia no mundo. E não só: a exposição trata também da ação dos Gulbenkian em apoio àquela comunidade por séculos. A exposição está dividida em duas partes: I – os armênios em Jerusalém e II – Calouste Gulbenkian e Jerusalém. A primeira parte da exposição está dedicada a explanar a presença armênia em Jerusalém, apresentado, naquela cidade, o bairro armênio; o panorama histórico; as inscrições; o muro e o portão; as rainhas armênias; um refúgio; mestres pioneiros; cultura cerâmica; e cerimônias religiosas. A respeito das rainhas armênias, que é um fato pouco divulgado, a exposição apresenta a Rainha Arda (século XII), a Rainha Morphia de Melitene (+1127) e a Rainha Melisende (1105-1161). Na segunda parte, a exposição está dedicada a Calouste Sarkis Gulbenkian e Jerusalém. Expondo em detalhes o bairro armênio; o Patriarcado; Patrimônio ...

João Taborda: Portuguese Salon

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João Taborda: Portuguese Salon N o âmbito do Concurso Internacional de arte Fotográfica João Taborda Memorial Salon, na Biblioteca Palácio Galveias, em Lisboa, estão expostas, de 19 de julho a 30 de agosto de 2024, as fotografias premiadas. Os trabalhos são marcados por forte expressividade e representam homenagem ao saudoso médico português que tinha a fotografia como paixão. A curadoria é de Fátima Caeiro Taborda, que, também, é a idealizadora do concurso no intuito de promover o salão internacional de fotografia português. Neste segundo ano consecutivo de concursos, a curadora apresenta os trabalhos fotográficos premiados em diferentes categorias, agrupados por temas apropriados, entre eles: Open Monochrome (uma série de fotografias em preto e branco); Nature; e Street. Expressões Street Nature

WC Pato: rouba, corta e cola

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WC Pato: Rouba corta e cola   WC Pato: Rouba, corta e cola é uma exposição de “40 Ladrões” – um artista ou coletivo artístico que se diz incógnito, pois mantém sua identidade em segredo! Seu trabalho questiona a cultura de consumo e do desperdício, transformando o lixo em luxo, ou seja, em arte. Desafiando os limites do direito autoral, seus trabalhos expostos consistem em “roubar” (recortar) figuras (em especial de histórias em quadrinhos/banda desenhada) e colá-las em outras encenações, alterando as estórias e criando novas narrativas, ou seja, um processo de des/re/construção. Quer revolucionar a banda desenhada underground da mesma forma que a Inteligência Artificial infringi os direitos do autor. Outro fato marcante da exposição é que ela foi montada no espaço abandonado de um banheiro/casa de banho público, no subsolo da Praça Camilo Castelo Branco, em Lisboa. Um espaço inusitado para uma exposição artística. Um lado da exposição Outro lado da exposição Mais um lado da exp...

Marcas do Tempo

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MARCAS DO TEMPO Marcas do Tempo , de Fernando Martins, é um mural inaugurado em Góis em 12 de julho de 2024, no âmbito da Exposição Internacional Góis Oroso Arte. O trabalho é como um mosaico de cacos de azulejos em preto e branco com seus diferentes matizes, representando paisagens icônicas do município como os edifícios religiosos, o Passadiço da Candosa, as pinturas rupestres, a Ponte Real, a Estrada Nacional 2, o moinho. O mosaico, além da beleza artística, tem interesse pela forma de composição dos desenhos em cortes dos azulejos de diferentes tamanhos. O mural ocupa uma grande extensão do muro a frente da Câmara Municipal de Góis, onde antes havia um painel temático retratando, em pintura, as personalidades históricas e algumas atividades próprias da região em tempos passados como a mineração. A exposição é parte da Góis Oroso Arte de 2024, que celebra o Acordo pela Juventude no contexto da Geminação dos Concelhos de Góis, Portugal, e de Oroso, na Galícia Espanha. A edição d...