Exposição permanente da National Gallery

Exposição permanente da National Gallery

O acervo da National Gallery, em Londres, constitui uma coleção de importância para a divulgação e registo das artes no mundo ocidental. Em suas salas encontram-se obras marcantes que traçam a história da pintura. Cada visita ao museu é uma verdadeira aula de história da arte. Em particular, interessa, em visita de abril de 2026, destacar as seguintes obras e pintores:

De Paul Cézanne (1839-1906), Hillside in Provence (c. 1890/2) apresenta uma pintura em que rochas criam diferentes degraus com a cor, a luz e a sombra.

De Vicent von Gogh, Two Crabs (1889) parece ser uma tela estranha às pinciladas marcantes do pintor, eis que se trata de um estudo de pintura após deixar sua internação no hospital de Arles.

No National Gallery, mais uma vez Degas e sua obsessão pelo balé, que é tema de mais uma tela.


De Van Gogh, Sunflower (1888) é a tela que justifica o apelido “o pintor de girassóies” atribuído a ele por seu amigo Paul Gauguin. É uma das telas de girassóis que decoravam a casa amarela em Arles.


Vicent Van Gogh (1853-1890), com seu Long Grass with butterflies (1890), faz referência ao tempo em que esteve internado em St. Remy por 12 meses.


Edgar Degas (1834-1917), com a nova aquisição do National Gallery, Ballet Dancers (1895-1905), revela o estudo individualizado de cada bailarina e, em seguida. sua combinação em linha.


De Joaquín Sorolla (1863-1923), Valencian Fishermen (1895) impressiona pela luz e sombra, a transparência da água e a areia espelhada.


Mais uma vez, Claude Monet, no The Gare St. Lazare (1877) insere três locomotivas avistadas entre luz e fumaça na Estação ferroviária de São Lázaro, em Paris.


Também de Claude Monet, Lavacourt under snow (c.1878-81) apresenta o jogo de luzes na neve.


Snow scene at Argenteuil, de 1875, é uma das 200 pinturas de Claude Monet retratando Argenteuil, aqui com uma pesada nevasca.


Também de Claude Monet, em 1870, The beach at Trouville, traz Camille – a primeira esposa do pintor – e o sapato pendurado na cadeira sugere, que seu filho está na água.


De Claude Monet (1840-1926), segue aqui uma série importante de suas obras com destaque na National Gallery naquela oportunidade da visita. A tela Bathers at la Grenouillère, de 1869, apresenta o resort onde também se encontra Renoir para pintar.


De Francesco Guardi (1712-1791), a tela Venice: Piazza San Marco (c.1760) mostra a agitação do lugar.


De Pietro Longhi (1701-1785), a tela Exhbition of a rinoceros at Venice retrata o rinoceronte Miss Clara que foi exposto num espetáculo exótico no carnaval de Veneza, em 1751.


De Giovanni Battista Moroni (1540/4-1579), The Tailor ou Il Tagliapanni (1565-70) é o retrato do elegante e próspero alfaiate que se prepara para o corte do tecido com confiança de seu trabalho.


De Albrecht Altdorfer (~1480-1538), a pintura intitulada Landscape with a footbridge (~1518/20) é uma das primeiras pinturas de paisagens sem figuras ou narrativas – fato praticamente inédito até então.


De Sandro Botticelli (1445-1510), a pintura de Vênus e Marte é um marco do seu período.


Domenico Ghirlandaio (1448-1494), com sua obra Retrato de jovem em vermelho”. Em estudo de retrato academicista.


De Titian (~1566-1576 fase ativa), na pintura Na allegory of prudence, as três cabeças humanas, cada uma representando uma fase: juventude, maturidade e velhice, enquanto as três cabeças de animais (cão, leão e lobo) simbolizam a virtude da prudência e da passagem do tempo.


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