Os Armênios e Jerusalém
Em 2024, a Fundação Calouste Gulbenkian
apresenta Os armênios e Jerusalém” para tratar da primeira e mais antiga
diáspora armênia no mundo. E não só: a exposição trata também da ação dos
Gulbenkian em apoio àquela comunidade por séculos.
A exposição
está dividida em duas partes: I – os armênios em Jerusalém e II – Calouste Gulbenkian
e Jerusalém.
A primeira parte
da exposição está dedicada a explanar a presença armênia em Jerusalém,
apresentado, naquela cidade, o bairro armênio; o panorama histórico; as
inscrições; o muro e o portão; as rainhas armênias; um refúgio; mestres
pioneiros; cultura cerâmica; e cerimônias religiosas. A respeito das rainhas
armênias, que é um fato pouco divulgado, a exposição apresenta a Rainha Arda
(século XII), a Rainha Morphia de Melitene (+1127) e a Rainha Melisende
(1105-1161).
Na segunda parte, a exposição está dedicada a Calouste
Sarkis Gulbenkian e Jerusalém. Expondo em detalhes o bairro armênio; o Patriarcado;
Patrimônio construído e tesouros; a Catedral armênia de São Tiago; a história
dos dois santos; a Biblioteca; e a viagem de Calouste Gulbenkian. |
| Os bairros em Jerusalém. Um é armênio |
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| Das artes armênias, a cerâmica se destacou em Jerusalém |
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| As rainhas armênias de Jerusalém |
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| Era comum aos peregrinos marcar sua visita a Jerusalém com uma tatuagem típica. |
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| A Biblioteca de Jerusalém tem intima ligação com os investimentos dos Gulbenkian. Seu acervo é preciosíssimo para investigações e estudos armênios |
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| Registro fotográfico da visita de Calouste Gulbenkian a Jerusalém |
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| Detalhe do bairro armênio de Jerusalém |
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