A exposição temporária apresentada em agosto de 2023 no
Museu Nacional do Traje, em Lisboa, intitulada Vestir, desenhar e pintar o fado:
Amália por Paulo Azenha, apresenta uma coleção de poemas e imagens de
seda e tela – como diz o subtítulo da exposição.
Isto é, a exposição apresenta letras dos fados eternizados
na voz da famosa fadista portuguesa, Amália Rodrigues, figurinos modelados em
tecidos com sua imagem e diferentes releituras de consagradas
pinturas, adaptando à imagem da fadista e outras artes plásticas com sua figura,
dando sempre à elas o nome de títulos de fados imortalizados pela Amália.
Em 1997, Paulo Azenha criou a primeira peça, estampando o
rosto de Amália Rodrigues em uma vestimenta que intitulou Rosas de Portugal.
Dali para frente uma série de vestimentas foram produzidas com o mesmo
tema. Além de figurinos com a icônica fadista, o autor a pintou em tela e em variados
suportes. A exposição em referência é justamente a primeira amostra da coleção
das criações de Paulo Azenha em guarda-roupa e pinturas inspiradas na vida e
obra de Amália Rodrigues.
Amália
numa releitura de obras de Warhol por Paulo Azenha:
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Pop
Fado (nem às paredes confesso) |
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| Amália em outra caricatura pop por Paulo Azenha |
Barco
Negro, nanquim
sobre tela, 2015, por Paulo Azenha, Amália em mais uma releitura, desta vez, de
O Grito de Munsh.
As
tábuas de meu caixão, acrílico sobre tela, 2015, por Paulo Azenha
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| Figurinos com a icônica fadista |
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| Outras vestimentas produzidas por Paulo Azenha |
| Tudo isto é fado, obra criativa de Paulo Azenha |
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