Àmì: signos ancestrais

 


A exposição AMI: signos ancestrais, que ocorreu, em junho de 2023, no Arte SESC Flamengo, com curadoria de Marcelo Campos e Thayná Trindade, apresenta obras de Emanoel Araújo, Guilhermina Augusti e Raphael Cruz, ocupando o térreo e o primeiro andar da Mansão Figner.

De Emanoel Araújo, a exposição traz os painéis construídos com elementos diversos que rementem a totens de características africanas, tão próprias de sua carreira artística. Guilhermina Augusti, por sua vez, tem obras de serigrafia expostas com referência a personagens (Madame Satã, Yêdamaria, Arthur Bispo do Rosário e Hilário Batista de Almeida) de sua coleção Escuro Indizível, que já teve oportunidade de expor em outras praças de arte, inclusive no CCBB. E Raphael Cruz apresenta um imenso painel, cobrindo paredes com cores fortes em sinais violentos.

De Emanuel Araújo


Atividade lúdica que permite ao visitante montar seu totem a partir de elementos expostos.

Madame Satã, Yedamaria, Arthur Bispo do Rosário e Hilário Batista de Almeida em Escuro Indizível

Painel de Raphael Cruz









Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Museu do Ipiranga

João Taborda: Portuguese Salon

Eclipse: Einstein e o GPS