OS MARDINES: O MAR QUE NOS UNE

 Os Mardines: o mar que nos une

Visão parcial da exposição


            A exposição Os Mardines: o mar que nos une, que ocorre de junho e julho de 2023, no espaço expositivo, do terceiro andar do Shopping Casino Atlântico no Rio de Janeiro, apresenta obras de Edson Mardine e de Mardine Júnior.

            Ambos artistas exibem obras de temas abstratos. Edson Mardine apresenta, nesta exposição, 10 telas abstratas que remetem aos reflexos luminosos do mar e suas ondas e vagas em vários tons de azul e reflexos em branco.


Edson Mardine - Sem título

Edson Mardine - Sem Título

Já Mardine Júnior apresenta telas abstratas, explorando temas geométricos com contornos precisos que lhe dão a forma em cores mais pesadas se comparadas com as de Edson.



Mardine Júnior - Sem Título
Mardine Júnior - Sem Título
Mardine Júnior - Sem Título
Mardine Júnior - Sem Título

Edson Mardine inaugura sua carreira no campo dos empreendimentos e se dedica ao longo de seus 80 anos como colecionador de arte. Seu interesse pelo universo da arte o levou a variados museus por diversos países do mundo o que colaborou ricamente para a construção de um olhar apurado, uma coleção de arte plural e consistente com nomes de grande importância para a historiografia da arte.

O olhar artístico que começou a ser construído, enquanto colecionador, culminou em um artista plástico de produção voraz e pinceladas viscerais. A partir da acrílica sobre tela é possível perceber uma técnica que se aproxima das experimentações plásticas de artistas contemporâneos, sem perder de vista a força de um histórico de pintura que se inserem em diferentes tradições, sobretudo, a de representações de paisagens”.

Na exposição, “o artista apresenta 10 obras em acrílica sobre tela, que refletem a força de sua pincelada abstrata, nos conduzindo a narrativas próprias em diálogo com nossas emoções”.

“Mardine Júnior inicia sua carreira a partir da formação em Direito e, posteriormente, especialização em Filosofia, permitindo-lhe uma carreira no campo de empreendimentos. O gosto pela arte sempre o acompanhou em diferentes fases da vida. Ainda quando criança, o artista já se aventurava pelo campo da abstração e construía um universo lúdico próprio por meio de experimentações plásticas de formas abstratas, o que na fase adulta o levou para uma imersão maior no universo da música.

O gosto pela abstração e o apreço pelo colecionismo são características que herdou do pai, uma vez que o artista, da mesma forma, constrói um olhar artístico apurado a partir de diversas visitas a importantes acervos museológicos em vários países. Sendo um colecionador de obras de importantes nomes da nossa historiografia da arte.

Como artista plástico, suas produções nascem do interesse por movimentos artísticos que se aprofundaram na abstração e geometrização de formas, como a Bauhaus e suas conexões com a arquitetura. O artista retoma seu contato com a pintura durante a pandemia no ateliê ao lado do pai. Apresentando uma similar força visceral visível em suas pinceladas, no entanto, se dedicando a explorar com mais profundidade o universo da geometrização dos desenhos que apresentam um grafismo forte. Por meio de técnicas mistas e sobretudo, acrílica sobre tela”, observamos na exposição “10 obras que apresentam um formidável diálogo cromático, perceptível em outras 20 obras do artista”.

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