FARAÓS SUPERSTARS
A exposição temporária – Faraós Superstars –
ocorreu no Museu Calouste Gulbenkian, em Lisboa, de 25 de novembro de 2022 à 06
de março de 2023. Com peças da coleção Gulbenkian e outras emprestadas de
importantes museus, a exposição tratou dos faraós do antigo Egito e o
imaginário coletivo que por 5000 anos, desde a Antiguidade até os dias atuais, a
figura dos faraós e o mundo faraônico produziu na sociedade.
Assim, a exposição traz elementos da Egiptologia,
mas também um tanto de Egipto-mania.
A programação da Fundação Calouste Gulbenkian, além
da exposição no seu Museu, incluiu uma série de outros eventos como a exibição
de produções cinematográficas com a temáticas dos faraós, junto à Cinemateca
Portuguesa, Palestras, Visitas Guiadas, Conferências no Âmbito Cultural do El
Corte Inglês, proferidas pelo destacado egiptólogo português, Luís Manuel de
Araújo.
Monumento dedicado ao deus Osíris e ao Faraó Teti
Sakara, Egito – final da XVIII dinastia /início da XIX dinastia
(cerca 1388-1280 a.C.)
Calcário pintado
Coleção do Museu de arqueologia mediterrânea, Marselha
De ambos os lados, o homem e a mulher
dirigem preces ao rei defunto, representado no interior da sua pirâmide. Esta
imagem testemunha o ressurgimento do culto póstumo de Teti na região em torno
do seu túmulo mais de um milhar de anos após a sua morte.
Réplicas do busto de Nefertiti
Museus reais de arte e de história, Bruxelas
Gesso pintado
A partir da década de 1920, o Museu
Egípcio de Berlim produz e difunde uma grande quantidade de réplicas do busto
de Nefertiti. Numerosos museus de todo o mundo adquirem-nas, de modo a proporcionarem
aos seus visitantes a possibilidade de um encontro com a célebre imagem. Nas
réplicas mais antigas, o olho esquerdo da rainha, ausente na escultura
original, é sistematicamente reconstituído, na esperança de oferecer ao público
o verdadeiro rosto de Nefertiti.
Fotografia de Calouste Gulbenkian no Egito. A pose
foi base para o monumento que hoje guarnece os jardins da Fundação Calouste
Gulbenkian
Cartuchos (também conhecidos como cápsulas) com os
nomes de dois faraós: Khufu (em grego Queóps) e Khafré (em grego Quefrén).
Os faraós tornaram-se superstars e o mundo
literário soube bem explorar o imaginário correspondente. Abaixo, exemplo de
publicações que exploraram o tema para adultos, acadêmicos e crianças.
O universo faraônico vem sendo explorado por
séculos nas artes, desde obras acadêmicas às modernas e intervenções urbanas diversas
Nefertiti (2018)
Cleópatra (2009)














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